Pedreira clandestina é suspeita de pagar funcionários com pedras de crack, diz polícia do RS
Três homens foram resgatados de situação degradante, por viverem em meio à sujeira e em local inapropriado
Seis pessoas foram presas na terça-feira (16) em Taquara, município da região metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, acusadas pela polícia de pagar com pedras de crack pessoas que trabalham para uma pedreira clandestina. Três homens foram resgatados de situação degradante, por viverem em meio à sujeira e em local inapropriado. Por meio de interceptações telefônicas e telemáticas com autorização judicial, a Polícia Civil recolheu nas últimas semanas conversas por aplicativo de mensagens em que é relatado o pagamento em pedras de crack pelo serviço de quebra, serra e transporte de pedras. Na madrugada desta terça, policiais promoveram a Operação Pó de Pedra II e foram à área rural onde funciona a pedreira. Os agentes encontraram carros abandonados e um alojamento onde estavam três homens. Segundo a polícia, eles admitiram ser dependentes químicos e dormiam em condições insalubres.

