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Terremoto de 5,3 graus de magnitude atinge costa portuguesa perto de Lisboa

O sismo não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima IV de um total de V (na escala de Mercalli modificada) na região de Sinesx

Terremoto de 5,3 graus de magnitude atinge costa portuguesa perto de Lisboa
Terremoto de 5,3 graus de magnitude atinge costa portuguesa perto de Lisboa (Foto: Reprodução)

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera informou nesta segunda-feira (26) que foi registrado durante a madrugada um terremoto de 5,3 graus de magnitude no país, com epicentro no mar perto de Lisboa. A entidade relatou em comunicado que o tremor ocorreu por volta das 5h11 (horário local, 1h11 de Brasília), com epicentro a cerca de 60 quilômetros a oeste de Sines, localizado por sua vez a cerca de 90 quilômetros ao sul de Lisboa. De acordo com a informação disponível, o sismo não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima IV de um total de V (na escala de Mercalli modificada) na região de Sines, e com menor intensidade nas regiões de Lisboa e Setúbal.


O comandante nacional da Proteção Civil portuguesa, André Fernandes, explicou em coletiva de imprensa que as autoridades entraram na “fase de monitoramento” da situação, embora tenha garantido que o terremoto “não cumpre os critérios para a ativação dos planos especiais existentes para esses tipos de eventos”. Estes planos são ativados quando são registrados tremores de intensidade 6,1 ou superior, razão pela qual um de magnitude 5,3 é “uma situação perfeitamente normal para a capacidade de resposta operacional e de acompanhamento”, segundo o comandante. Após o sismo, foram sentidas três réplicas, a mais forte delas com uma intensidade de 1,2 graus.

“Continuamos a acompanhar a situação e, caso se justifique, emitiremos novos avisos”, disse Fernandes, que descartou o risco de um tsunami. O presidente de Portugal, Marcelo de Sousa, convocou para hoje uma reunião com o primeiro-ministro em exercício, o ministro das Relações Exteriores, Paulo Rangel, para analisar a situação.

*Com informações da EFE

  • Por Jovem Pan
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  • 26/08/2024 08h28