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Deputado Gustavo Gayer sugere que EUA monitorem Wagner Moura e chama ator de ‘extremista’

Parlamentar republicou entrevista do ator na rede social X e marcou o perfil de Marco Rubio, secretário de Estado do governo americano; astro de ‘Tropa de Elite mora em Los Angeles e é crítico de Trump

Deputado Gustavo Gayer sugere que EUA monitorem Wagner Moura e chama ator de ‘extremista’
Deputado Gustavo Gayer sugere que EUA monitorem Wagner Moura e chama ator de ‘extremista’ (Foto: Reprodução)

O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) publicou nas redes sociais uma mensagem em que sugere ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, que fique atento ao ator brasileiro Wagner Moura, a quem chamou de “extremista”. Na publicação, o parlamentar acusa Moura de criticar o ex-presidente americano Donald Trump e apoiar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.


“Esse cara está morando nos EUA e continua apoiando Moraes, atacando Trump e dizendo que os EUA são uma ditadura. Acho que vale a pena dar uma olhadinha nesse extremista” @DeputySecState @SecRubio”, escreveu Gayer, marcando os perfis de Rubio e do vice-secretário americano de Estado, Christopher Landau.

A mensagem foi compartilhada junto a uma entrevista de Moura à BBC News Brasil, na qual o ator afirma que percebeu certa “inveja” de americanos pelo julgamento que levou à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado. Moura também criticou a política anti-imigração de Trump e descreveu o período entre 2018 e 2022, que compreende o governo Bolsonaro, como “momento difícil para artistas, universidades e imprensa brasileiras”.

Nos últimos dias, outros parlamentares próximos a Jair Bolsonaro também pediram publicamente que autoridades norte-americanas cancelem ou restrinjam vistos de brasileiros que criticam Donald Trump ou manifestam apoio a políticas opostas ao governo americano, em movimento liderado por Nikolas Ferreira (PL-MG). O influenciador Felipe Neto foi um dos alvos. Além disso, eles pressionam para que brasileiros que celebraram a morte de Charlie Kirk percam seus empregos ou sofram algum outro tipo de boicote.


Por da Redação 16/09/2025 08h19