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Terceirizados da comunicação do STF entram em greve após atrasos salariais e falta de recolhimento do FGTS

Paralisação foi aprovada por mais de 80 trabalhadores ligados à Fundac; serviços de comunicação do Supremo podem ser afetados

Terceirizados da comunicação do STF entram em greve após atrasos salariais e falta de recolhimento do FGTS
Terceirizados da comunicação do STF entram em greve após atrasos salariais e falta de recolhimento do FGTS (Foto: Reprodução)

Prime News



Brasília — Trabalhadores terceirizados que atuam na área de comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram entrar em greve após relatarem atrasos recorrentes no pagamento de salários e ausência de recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).



A decisão foi tomada em assembleia com participação de mais de 80 empregados vinculados à Fundação para o Desenvolvimento das Artes e da Comunicação (Fundac), entidade responsável pela prestação dos serviços de comunicação junto ao STF.

Segundo representantes sindicais, entre os motivos da paralisação estão o atraso frequente dos salários — incluindo o pagamento referente ao mês de junho — e a ausência de depósitos do FGTS há quase um ano. Também foram relatadas pendências relacionadas ao pagamento de benefícios trabalhistas.

Os profissionais atuam em atividades ligadas à comunicação institucional da Corte, incluindo operações da TV Justiça e da Rádio Justiça. De acordo com os trabalhadores, a situação tem se repetido nos últimos meses.

Em manifestação pública sobre o caso, o STF informou que os pagamentos à empresa contratada estariam sendo realizados regularmente e afirmou que a responsabilidade pelo pagamento dos salários e benefícios aos empregados é da prestadora de serviços. A Corte também declarou acompanhar a situação, ter adotado medidas administrativas e conduzir processos para substituição da empresa responsável pelos serviços.

Até o momento da publicação desta matéria, não havia anúncio oficial sobre acordo entre as partes para encerramento do movimento.


Fontes: Agência Brasil / Correio Braziliense