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Colisão entre helicópteros no Rio deixa seis mortos e será investigada pela FAB

Acidente ocorreu na Zona Oeste da capital fluminense; especialistas apontam que colisões aéreas desse tipo são incomuns e investigação deve reconstituir os momentos anteriores ao impacto

Colisão entre helicópteros no Rio deixa seis mortos e será investigada pela FAB
Colisão entre helicópteros no Rio deixa seis mortos e será investigada pela FAB (Foto: Reprodução)

Prime News


Uma colisão entre dois helicópteros registrada na manhã deste domingo (14), no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro, deixou ao menos seis mortos e mobilizou equipes de resgate e investigação aeronáutica.



Segundo informações divulgadas pelas autoridades, as aeronaves se chocaram ainda em voo e caíram em pontos distintos próximos à Avenida das Américas. Um dos helicópteros explodiu após o impacto e atingiu uma área de estacionamento, enquanto a outra aeronave caiu a cerca de 100 metros de distância.


O Corpo de Bombeiros confirmou as mortes e informou que o atendimento foi iniciado por volta das 8h59. Equipes especializadas permaneceram no local para controle da ocorrência e preservação da área.


A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), acionou investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III) para iniciar a chamada “Ação Inicial”, etapa que envolve coleta e confirmação de dados, preservação dos elementos encontrados e análise preliminar das circunstâncias do acidente.


Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indicam que os dois helicópteros estavam em situação regular para operação. Até o momento, as autoridades não divulgaram uma causa oficial para a colisão.


Especialistas ouvidos pela imprensa destacaram que colisões entre helicópteros em voo são consideradas ocorrências raras na aviação e exigem investigação detalhada para compreender fatores como comunicação operacional, condições de voo, visibilidade e dinâmica das trajetórias.


Conforme o procedimento padrão do CENIPA, um relatório preliminar deve ser divulgado em até 30 dias. A conclusão definitiva da investigação, no entanto, pode levar mais tempo e tem como objetivo identificar fatores contribuintes para prevenir novos acidentes.


Fontes: BandNews / Rádio Itatiaia / Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)